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Mais do que palavras na voz de uma contadora de histórias

Foi ao ar na Tv Osasco o programa conta aqui, feito pelos alunos do curso de jornalismo do unifieo. Um bate papo pra lá de agradável. Os apresentadores Lívia Andrade e Fábio Brito se deliciam com as doces palavras da amável Dete professora e também contadora de históras.

Acaba o sonho de Susan Boyle

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Contra todas as expectativas, a cantora escocesa Susan Boyle, de 48 anos, perdeu a final do concurso "Britain's Got Talent", que a tornou num fenómeno da música britânica. Susan Boyle voltou a cantar a música "I Dreamed a Dream", do musical "Os Miseráveis", mas desta vez subiu ao palco com um longo vestido prateado, bem diferente do estilo simples que apresentou numa fase de apuramento de candidatos, quando interpretou pela primeira vez esta canção. Na final do concurso "Britain's Got Talent", que aconteceu este sábado, Susan Boyle ficou em segundo lugar. O público preferiu o grupo de dança urbana "Diversity". Os vídeos da primeira interpretação "I Dreamed a Dream" de Susan Boyle, que até então era uma anónima cidadã da pequena localidade de Blackburn, na Escócia, foram vistos cem milhões de vezes no Youtube, ultrapassando as 18,5 milhões de visitas aos vídeos da investidura de Barack Obama como presidente dos Estados ...

HIstórias em bibliotecas

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O Nome da Rosa é, sem dúvida, uma das obras clássicas da literatura mundial recente. Seu autor, Umberto Eco, ao mergulhar no universo das bibliotecas medievais, retrata o poder que estas exerceram, bem como as estratégias na concepção das estruturas físicas (grandes labirintos) e organizacionais utilizadas como impeditivos do acesso ao conhecimento. Uma abordagem emanentista da história exposta possibilita compreender o poder dos bibliotecários como guardiões da memória, ao impedir a aproximação de leitores de textos considerados impuros e impróprios. Mas permite igualmente identificar de que forma a ordem moral e religiosa se reveste de significações intencionais para justificar e naturalizar a censura por parte do regime eclesiástico.

O beco do crime

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A quem goste dos mais variados tipos de de contos e histórias, não é a toa que o site beco do crime, esta no ar. Dedicado aos mais variados contos de investigãção policial, traz uma grande pitada de suspense, fatos verídicos, e alguns assutadores. Para quem é forte ou para aqueles que apenas gostam e adimiram este tipo de trabalho, sem preconceito, mas merce aplausos. É de arrepiar então ai vai um conto: Morte súbita Imagino o que pensam e falam entre si, naquele velho carro amassado, enquanto olham para meu importado do ano. Já fui como eles. Com os amigos dos tempos ruins, a caminho do trabalho, em velhos fuscas, quantas vezes não apontei maravilhas motorizadas ao lado e perguntei: "Já pensaram , nós num daqueles?" Agora reduzem a velocidade. Vão querer emparelhar, de novo, quem sabe para admirarem algum detalhe, talvez as magníficas calotas de liga leve. Param na minha frente, por quê? Saem do calhambeque, por quê? Usam revólveres, por quê? Paulo Mota

Forest Gump

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E como falar sobre contores de histórias e não falar de Forest Gump, cuja estrela é Tom Hanks, brilhante ator cinematográfico de hollywood. Quarenta anos da história dos Estados Unidos, vistos pelos olhos de rapaz com QI abaixo da média que, por obra do acaso, consegue participar de momentos cruciais, como a Guerra do Vietnã e Watergate. O filme ganhou 6 Oscars: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator (Tom Hanks), Melhor Roteiro Adaptado, Melhores Efeitos Especiais e Melhor Montagem. O filme estreou no Brasil em agosto de 1994 e permaneceu em cartaz até meados de abril do ano seguinte

Retroceder vivendo

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É incrível com nossa imgaginção vai longe, assim conta a história do filme "O Estranho Caso de Benjamin Button". Adaptado a partir da história de F. Scott Fitzgerald, sobre um homem que nasce com oitenta anos e regride na sua idade: um homem, como qualquer um de nós, que é incapaz de parar o tempo. O filme conta a história de Benjamin e da sua "viagem" fora do comum, das pessoas e lugares que descobre ao longo do seu caminho, dos seus amores, das alegrias da vida e da tristeza da morte, e daquilo que dura para além do tempo. Assim como ouvir alguém contando uma história, melhor ainda é poder reproduzi-las com imagens cinematográficas. O filme ja esta dispoível em locadoras.

Arte no palco

Ja vimos neste blog que quando o assumto é contar histórias não faltam oportunidades e diferentes maneiras. Isso se dá devido a mobilidade que temos, graças as formas de comincação, cada vez mais podemos encontrar maneiras diferente de contar uma história. E uma delas é arte no palco histórias com fantoches. Um jeito muito legal de navegar numa história cheia de imaginação e conhecimento. Os personagens ganham vida pelas falas que reproduzem, com suas atitudes muitas vezes psoitivas, a interpretação ganha força, e aimaginação leva você a lugares entes não conhecidos. Por isso se ainda assim voçê pensa que contar histórias é um bicho de sete cabeças, os fantoches podem lhe ajudar a mudar de idéia. E então ja contou histórias hoje? No site http://www.artepalco.com.br/ , é possivel ver mais dicas.

De contadores para contadores

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"A ilusão é tão útil como a certeza: e na formação de todo o espírito, para que ele seja completo, devem entrar tanto os Contos de Fadas, como os Problemas de Euclides" - Eça de Queiroz Certamente você ja deve em algum momento ter vivido ou comtemplado a história de alguém. Essa pode ter sido de um personagem que mais gostou, de um amigo próximo de situações as vezes que nunca imaginou passar. Pensando nisso é importante lembrar que ser um contador de histórias basta apenas ter frequentado uma essencial escola: a vida. Ela quem nos dá suporte, traz elementos importantes os quais poderão tecer uma história. O homem passou a contar histórias apartir do momento em que reproduziu suas próprias histórias. As histórias não estão presas a imaginção ou fatos verídicos, mas esta em tudo o que nos rodeia.

O jornalista como contador de histórias

Para que a história seja verdadeira é fundamental ouvir o outro lado. No jornalismo você não deve cometer um erro, caso ocorra rapidamente se justifique, as informações são divulgadascom muita rapidez nos dias atuais. Este é o princípio básico: o jornalista tem que ser muito ético, muito correto. Tem que primar exatamente por isso para que seu trabalho surta o efeito. E que efeito é esse? Um jornalista é um contador de histórias e precisa de bons elementos para que sua história seja bem contada, seja compreendida. E esses bons elementos passam exatamente por esses princípios de conduta que são o de levar a ferro e fogo essa questão ética. Na verade um jornalista apresenta para um público, seja ele quem for, todos os elementos de uma história e esse tirar suas conclusões. No poema abaixo reflita sobre isso "Era uma vez..." É assim que boa parte das estórias começa e é assim que vou cumprimentar você, meu visitante, e contar um pouco de mim. Era uma vez uma menina que adorava l...

Tapetes contadores de histórias

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Que histórias até hoje você conhece? As de Monteiro Lobato como: reinações na Narizinho?Ou aquelas que ouviu quando criança? Então é hora de olhar para fora e perceber que existe muitas coisas por ai. É o caso do grupo do Rio de Janeiro " os tapetes contadores de histórias". Sob o olhar de Carlos Eduardo Cinelli e Warley levam as mais belas histórias representadas em tapetes, para todas as idades Destaque para o grupo que valorizam a prosa de Carlos Drumond de Andrade, importante escritor de obras nacionais. Se você é do Rio não perca a oportunidade de conferir de perto esse trabalho.Se não mate sua curiosdade visitando o site, é muito legal. www.tapetescontadores.com.br/ Os contadores de histórias estão espalhados pelo mundo e em diversas regiões do Brasil, encontre-os. Você pode assitir alguns vídeos neste blog e ver fotos também. No mês de junho em especial daremos atenção a este grupo.

A importância da criança ouvir contos.

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Compreendemos que a criança precisa vencer conflitos e angustias sendo assim Malba Tahan, escritor e matemático brasileiro, conceituou a história in fantil como sendo o relato de um fato verídico ou imaginário que se torna interessante pela sua originalidade, apresentado com as necessárias modalidades psicológicas no mundo infantil, com linguajar apropriado, dramatizações, apresentação com interferências e tudo que possa entreter o ouvinte para aquele conto.

A hora do Conto.

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Em muitas escolas e blibliotecas a hora do conto é a hora H que enleva o interesse que atrai e dá alegria que faz vivver e reviver a alma infantil em todas as dimensões do sonho e da fantasia. Contando historias, narrando lendas, sugerindo a leitura de contos e tradições, está também a figura do professor proporcionando a criança uma atividade sádia, uma oportunidade para desenvolver a imaginação, enriquecer o vocabulário e atender as curiosidades da vida em suas estreias pelo mundo.

O jardim de infância.

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No jardim de infância a históri a tem finalidade didática, recreativa e educativa. Como ação educativa, proporciona a expanção da línguagem infantil, é estimulo a inteligência, á aquisição de conhecimentos, á socilaização, á relação dos diferenças individuais, á formação de atitudes e hábitos sociais ao cultivo da memória e da imaginação.

Registros vivos.

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As pessoas são os registros vivos das histórias, essa magia acontece quando abrimos nossos lábios e lançamos palavras que se tornarão lendas e histórias que irá passar de geração em geração. Este ato de ouvir e contar historia passa a ser um patrimônio histórico imbuído de valores éticos e culturais.

Socialização por meio dos contos.

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O processo de socialização da criança esta ligado a aquisição do superego, instância moral interiorizada que representa a ideologia familiar, com suas obrigações e proibições e procede na origem da identificação com seus pais" Freud fez esta afirmação partindo do pressuposto de que Contar historia é uma forma de relacionamento humano ao mesmo tempo em que se insere o sujeito a cultura.

Uma contadora de histórias.

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Neide Giordano, psicodramatista, contadora de histórias e professora do Instituto Sedes Sapientiae, de São Paulo: “Em muitas regiões do mundo a tradição oral sempre foi a principal fonte de comunicação com o passado. Muitas fontes históricas e culturais descansam sobre a transmissão oral. Esta sempre encaminhou os mais novos para raízes locais permitido a participação na coletividade. Antigamente por meio da tradição oral iniciavam-se meninos e meninas nas palavras evocadoras, cujo fator preponderante era a tradicionalidade que por sua vez implicava na historicidade e na aceitação coletiva.

Aprendendo a contar os contos.

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Quando contamos um conto devemos nos dirigir a uma outra pessoa ou a outras pessoas, pois pessoas lúcidas não vagam falando para ninguém. Isso porque o que digo depende da realidade ou da fantásia com a qual sinto estar falando, por isso evita-se levar exatamente a mesma mensagem a um adulto e a uma criança pequena. A comunicação humana nunca possue mão única. Nesse momento é preciso estar de alguma forma ligado com a mente a qual devo me dirigir antes de começar a falar. Neste aspecto o contador de histórias se caracterizam pela sensibilidade de percepção que possue relação ao meio onde inserido ele consegue estabelecer um contato por uma troca de olhares, ou de inúmeras outras formas.

Cia Rodamoinho

Contar histórias talvez seja uma das atividades humanas mais antigas e universais, uma experiência que não é substituída por nenhuma outra. Ao contar, olhos nos olhos é partilhado emoções, valores, risos e tristezas. Com o intuito de preservação da memória e instauração de um momento poético e lúdico, a Cia Rodamoinho tem apresentado diferentes repertórios entre eles: Contos e cantigas, Deu bicho no samba, Histórias de muito antes de ontem, Histórias desenhadas etc. Inspirada em festas populares, a apresentação mescla histórias, músicas, trava-línguas, parlendas e adivinhas que vão se desvelando na relação com o público. Os Contadores de Histórias da Cia Rodamoinho exploram o universo lúdico da literatura, estimulando a imaginação de crianças e adultos. Dias 30 e 31 de Maio estarão no SESC Vila Mariana com o Espetáculo Histórias de Muito Antes de Ontem. Não Perca!

O poder da palavra falada.

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Enquanto a escrita fixa apenas no papel as histórias lidas fixam na imaginação e são de extrema impotância, pois por meio dela que o indivíduo se entrega na cultura criada pela sociedade na qual ele está inserido. As festas populares é um exemlpo de transformação de cultura, as culinárias regionais dentre uma série de outros exemplos temos a linguagem lúdica que introduz a criança no mundo imaginário dos contos infantis.

História, obra de arte.

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A história é uma obra de arte, que possui em si valore educativos e estéticos, uma vez que apela par o sentimento do belo para qual a alma humana estáconstantemente imbuida e caminhando cosntantemente para o seu desenvolvmento harmônico. A história é importânte porque "distrai" , levando prazer aos seus ouvintes, além de ser um meio simples para formar hábitos de atenção. A primeira razão de ser uma historia contada é sua influência moral e intelectual e, a segunda, sua utilização na aquisição da língua materna .