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Mostrando postagens com o rótulo Lívia Leite

Mais do que palavras na voz de uma contadora de histórias

Foi ao ar na Tv Osasco o programa conta aqui, feito pelos alunos do curso de jornalismo do unifieo. Um bate papo pra lá de agradável. Os apresentadores Lívia Andrade e Fábio Brito se deliciam com as doces palavras da amável Dete professora e também contadora de históras.

HIstórias em bibliotecas

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O Nome da Rosa é, sem dúvida, uma das obras clássicas da literatura mundial recente. Seu autor, Umberto Eco, ao mergulhar no universo das bibliotecas medievais, retrata o poder que estas exerceram, bem como as estratégias na concepção das estruturas físicas (grandes labirintos) e organizacionais utilizadas como impeditivos do acesso ao conhecimento. Uma abordagem emanentista da história exposta possibilita compreender o poder dos bibliotecários como guardiões da memória, ao impedir a aproximação de leitores de textos considerados impuros e impróprios. Mas permite igualmente identificar de que forma a ordem moral e religiosa se reveste de significações intencionais para justificar e naturalizar a censura por parte do regime eclesiástico.

O beco do crime

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A quem goste dos mais variados tipos de de contos e histórias, não é a toa que o site beco do crime, esta no ar. Dedicado aos mais variados contos de investigãção policial, traz uma grande pitada de suspense, fatos verídicos, e alguns assutadores. Para quem é forte ou para aqueles que apenas gostam e adimiram este tipo de trabalho, sem preconceito, mas merce aplausos. É de arrepiar então ai vai um conto: Morte súbita Imagino o que pensam e falam entre si, naquele velho carro amassado, enquanto olham para meu importado do ano. Já fui como eles. Com os amigos dos tempos ruins, a caminho do trabalho, em velhos fuscas, quantas vezes não apontei maravilhas motorizadas ao lado e perguntei: "Já pensaram , nós num daqueles?" Agora reduzem a velocidade. Vão querer emparelhar, de novo, quem sabe para admirarem algum detalhe, talvez as magníficas calotas de liga leve. Param na minha frente, por quê? Saem do calhambeque, por quê? Usam revólveres, por quê? Paulo Mota

Forest Gump

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E como falar sobre contores de histórias e não falar de Forest Gump, cuja estrela é Tom Hanks, brilhante ator cinematográfico de hollywood. Quarenta anos da história dos Estados Unidos, vistos pelos olhos de rapaz com QI abaixo da média que, por obra do acaso, consegue participar de momentos cruciais, como a Guerra do Vietnã e Watergate. O filme ganhou 6 Oscars: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator (Tom Hanks), Melhor Roteiro Adaptado, Melhores Efeitos Especiais e Melhor Montagem. O filme estreou no Brasil em agosto de 1994 e permaneceu em cartaz até meados de abril do ano seguinte

Retroceder vivendo

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É incrível com nossa imgaginção vai longe, assim conta a história do filme "O Estranho Caso de Benjamin Button". Adaptado a partir da história de F. Scott Fitzgerald, sobre um homem que nasce com oitenta anos e regride na sua idade: um homem, como qualquer um de nós, que é incapaz de parar o tempo. O filme conta a história de Benjamin e da sua "viagem" fora do comum, das pessoas e lugares que descobre ao longo do seu caminho, dos seus amores, das alegrias da vida e da tristeza da morte, e daquilo que dura para além do tempo. Assim como ouvir alguém contando uma história, melhor ainda é poder reproduzi-las com imagens cinematográficas. O filme ja esta dispoível em locadoras.

Arte no palco

Ja vimos neste blog que quando o assumto é contar histórias não faltam oportunidades e diferentes maneiras. Isso se dá devido a mobilidade que temos, graças as formas de comincação, cada vez mais podemos encontrar maneiras diferente de contar uma história. E uma delas é arte no palco histórias com fantoches. Um jeito muito legal de navegar numa história cheia de imaginação e conhecimento. Os personagens ganham vida pelas falas que reproduzem, com suas atitudes muitas vezes psoitivas, a interpretação ganha força, e aimaginação leva você a lugares entes não conhecidos. Por isso se ainda assim voçê pensa que contar histórias é um bicho de sete cabeças, os fantoches podem lhe ajudar a mudar de idéia. E então ja contou histórias hoje? No site http://www.artepalco.com.br/ , é possivel ver mais dicas.

Cia Rodamoinho

Contar histórias talvez seja uma das atividades humanas mais antigas e universais, uma experiência que não é substituída por nenhuma outra. Ao contar, olhos nos olhos é partilhado emoções, valores, risos e tristezas. Com o intuito de preservação da memória e instauração de um momento poético e lúdico, a Cia Rodamoinho tem apresentado diferentes repertórios entre eles: Contos e cantigas, Deu bicho no samba, Histórias de muito antes de ontem, Histórias desenhadas etc. Inspirada em festas populares, a apresentação mescla histórias, músicas, trava-línguas, parlendas e adivinhas que vão se desvelando na relação com o público. Os Contadores de Histórias da Cia Rodamoinho exploram o universo lúdico da literatura, estimulando a imaginação de crianças e adultos. Dias 30 e 31 de Maio estarão no SESC Vila Mariana com o Espetáculo Histórias de Muito Antes de Ontem. Não Perca!

Em Hospitais

Os contadores de histórias que praticam o ofício em hospitais, tem um objetivo diferente dos contadores educacionais. Primeiramente tem como missão promover entretenimento para crianças hospitalizadas, visando transformar a internação hospitalar de crianças e adolescentes em um momento mais alegre e agradável; em segundo lugar há um compromisso do contador de histórias de jamais mentir à criança, mesmo que a pergunta seja se a criança ira morrer amanhã, ou depois, colocando o narrador em situações difíceis. Como promovente da alegria, ele deve contornar a situação de forma que a criança entenda que naquele momento esta viva e pode se alegrar. Os contadores são na maioria voluntários, que através de Organização não Governamental devem ser certificados por um curso de formadores de contação de história, que inclui desde aulas de contação até acompanhamento psiquiátrico e por fim ter a autorização do hospital alvo, para um dia na semana com data e horários pré determinados visitar os hosp...

Estude Literatura Infantil

O narrador deve conhecer profundamente a Literatura Geral Infantil e Folclórica; referencias como Câmara Cascudo; Monteiro Lobato; Eça de Queiroz; contos de fadas dos Irmãos Grimm que ora foram revisto por Walt Disney; Contos da Carochinha; Contos das Mil e Uma Noites e Sherazaide; e tudo o que for tradicional. Entre tanto, o contador de histórias deve estar atento aos novos atrativos infantis, como Power Rangers; Yu-gi-Oh; HamTaro; Dragon Ball e outros que não fazem parte dos contos literários, mas eventualmente as crianças poderão pedir este tipo de história, e mais uma vez vai da habilidade do contador de levar à esta criança os contos literários e deixar para a televisão os desenhos animados, aproveitando inclusive para contar a verdadeira narrativa da Cinderela e Branca de Neve antes de Walt Disney fazer suas alterações. Porem na insistência, o contador pode criar este tipo de história junto com as crianças e utilizar de improvisos para o entretenimento. O Contador de Histórias de...

Características dos Contadores de História

Há os contadores de histórias criam ou reproduzem histórias a apartir do poder das palavras, eles também contam com o auxilio dos livros, mas somente para ilustrações e auxilio na narração. O poder da palavra é a ferramenta principal, porém são necessárias outras habilidades para o narrador. O contador de histórias deve contar como se estivesse vivenciando aquele fato narrado; ser expressivo; gesticular; sugestivo; ter entusiasmo e alegria quando necessário; emocionar-se nas horas de tristeza da história e dar a narrativa, mesmo que fantasiosa, um tom de realidade, fazendo com que o ouvinte acredite e imagine aqueles acontecimentos. A naturalidade não pode ser deixada de lado. Se o público for crianças, palavras rebuscadas deverão ser trocadas por coloquial e infantil; O contador deve conhecer absolutamente o enredo da história e contá-la com segurança, fazer parte do seu público, sentar-se próximo, fazê-lo sentir suas emoções. Caso contrário, um narrador que faz pausas para relembrar ...

Contadores de História no Brasil

No Brasil os trovadores, contadores de historias são conhecidos de diferentes formas. No sertão do Brasil os trovadores são os Bardos do Sertão que viajam com seus poemas de cidade em cidade, recitando para a população. Mais conhecido como “Cordel” esta arte se desenvolveu no interior árido do nordeste do Brasil, em comunidades isoladas que valorizam a linguagem falada e cantada sobre a escrita. Compatível com as formas de arte indígenas de faça você mesmo, os mesmo cantores que criam poemas, inspirados por eventos atuais ou lendas antigas, são normalmente os que imprimem, ilustram e distribuem os cordéis. A literatura popular em versos se desenvolveu no Brasil de forma cultural e necessária, devido ao analfabetismo, pois a escrita é muito nova se comparada a oralidade. Os contadores de história são capazes de levar as notícias para os pobres e não-letrados de uma forma que eles entendam e acreditem no acontecimento mais do que nos jornais ou na televisão. Diante das pesquisas apresent...