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Mais do que palavras na voz de uma contadora de histórias

Foi ao ar na Tv Osasco o programa conta aqui, feito pelos alunos do curso de jornalismo do unifieo. Um bate papo pra lá de agradável. Os apresentadores Lívia Andrade e Fábio Brito se deliciam com as doces palavras da amável Dete professora e também contadora de históras.

A importância da criança ouvir contos.

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Compreendemos que a criança precisa vencer conflitos e angustias sendo assim Malba Tahan, escritor e matemático brasileiro, conceituou a história in fantil como sendo o relato de um fato verídico ou imaginário que se torna interessante pela sua originalidade, apresentado com as necessárias modalidades psicológicas no mundo infantil, com linguajar apropriado, dramatizações, apresentação com interferências e tudo que possa entreter o ouvinte para aquele conto.

A hora do Conto.

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Em muitas escolas e blibliotecas a hora do conto é a hora H que enleva o interesse que atrai e dá alegria que faz vivver e reviver a alma infantil em todas as dimensões do sonho e da fantasia. Contando historias, narrando lendas, sugerindo a leitura de contos e tradições, está também a figura do professor proporcionando a criança uma atividade sádia, uma oportunidade para desenvolver a imaginação, enriquecer o vocabulário e atender as curiosidades da vida em suas estreias pelo mundo.

O jardim de infância.

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No jardim de infância a históri a tem finalidade didática, recreativa e educativa. Como ação educativa, proporciona a expanção da línguagem infantil, é estimulo a inteligência, á aquisição de conhecimentos, á socilaização, á relação dos diferenças individuais, á formação de atitudes e hábitos sociais ao cultivo da memória e da imaginação.

Registros vivos.

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As pessoas são os registros vivos das histórias, essa magia acontece quando abrimos nossos lábios e lançamos palavras que se tornarão lendas e histórias que irá passar de geração em geração. Este ato de ouvir e contar historia passa a ser um patrimônio histórico imbuído de valores éticos e culturais.

Socialização por meio dos contos.

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O processo de socialização da criança esta ligado a aquisição do superego, instância moral interiorizada que representa a ideologia familiar, com suas obrigações e proibições e procede na origem da identificação com seus pais" Freud fez esta afirmação partindo do pressuposto de que Contar historia é uma forma de relacionamento humano ao mesmo tempo em que se insere o sujeito a cultura.

Uma contadora de histórias.

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Neide Giordano, psicodramatista, contadora de histórias e professora do Instituto Sedes Sapientiae, de São Paulo: “Em muitas regiões do mundo a tradição oral sempre foi a principal fonte de comunicação com o passado. Muitas fontes históricas e culturais descansam sobre a transmissão oral. Esta sempre encaminhou os mais novos para raízes locais permitido a participação na coletividade. Antigamente por meio da tradição oral iniciavam-se meninos e meninas nas palavras evocadoras, cujo fator preponderante era a tradicionalidade que por sua vez implicava na historicidade e na aceitação coletiva.

Aprendendo a contar os contos.

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Quando contamos um conto devemos nos dirigir a uma outra pessoa ou a outras pessoas, pois pessoas lúcidas não vagam falando para ninguém. Isso porque o que digo depende da realidade ou da fantásia com a qual sinto estar falando, por isso evita-se levar exatamente a mesma mensagem a um adulto e a uma criança pequena. A comunicação humana nunca possue mão única. Nesse momento é preciso estar de alguma forma ligado com a mente a qual devo me dirigir antes de começar a falar. Neste aspecto o contador de histórias se caracterizam pela sensibilidade de percepção que possue relação ao meio onde inserido ele consegue estabelecer um contato por uma troca de olhares, ou de inúmeras outras formas.

O poder da palavra falada.

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Enquanto a escrita fixa apenas no papel as histórias lidas fixam na imaginação e são de extrema impotância, pois por meio dela que o indivíduo se entrega na cultura criada pela sociedade na qual ele está inserido. As festas populares é um exemlpo de transformação de cultura, as culinárias regionais dentre uma série de outros exemplos temos a linguagem lúdica que introduz a criança no mundo imaginário dos contos infantis.

História, obra de arte.

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A história é uma obra de arte, que possui em si valore educativos e estéticos, uma vez que apela par o sentimento do belo para qual a alma humana estáconstantemente imbuida e caminhando cosntantemente para o seu desenvolvmento harmônico. A história é importânte porque "distrai" , levando prazer aos seus ouvintes, além de ser um meio simples para formar hábitos de atenção. A primeira razão de ser uma historia contada é sua influência moral e intelectual e, a segunda, sua utilização na aquisição da língua materna .

A impotância da transmissão oral

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Em muitas regiões do mundo há ainda pessoas que não sabem ler e escrever , a tradição oral torna-se a principal fonte de comunicação. Mesmo conhecendo a escrita, muitas fontes: históricas, culturais e literárias antigas ou contemporâneas são transmitidas por meio da oralidade. Portanto é importante voltar a destacar o valor da voz, uma vez que toda comunidade possua suas tradições orais constituídas por conceitos relacionados a atitudes mediante a vida como, comportamento, ideias, desejos e assim sucessivamente, podemos dizer que a comunicação oral nos leva à nossas raízes e nos permiti relacionarmos em sociedade.

O Homem, a oralidade e a cultura

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O homem se caracteriza não apenas por sua aparência física, se caracteriza também por sua herança social, cultural sendo que a cultura é constituida por idéias hábitos e valores que herdamos no decorrer da vida. A cultura oral não possue textos, pois ela reúne o matérial o organiza para fins de recordações, essas culturas usam histórias das ações humanas e por meio dessas comunicam boa parte do que sabem. As culturas orais atualmente valorizam suas tradições e sentem-se angustiados quando se fala da perda dessa tradição, portanto a oralidade não deve ser desprezada, ela é capaz de produzir inúmeras criações trabalhando o imagianário ou remetendo as recordações ou experiências vividas.