O contador de histórias
é aquele que te leva
aos lugares mais distantes,
instiga a tua curiosidade,
traz à tona teus medos,
liberta teus sonhos,
te cura as dores e
reacende teus amores...
Sejam bem-vindos!
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Olá sejam bem-vindos ao vivendo uma história.
Aqui você conhece e aprende sobre a singela arte de contar histórias.
Entre e se emocione, comparti-lhe suas histórias e deixe a imaginação te levar.
O homem se caracteriza não apenas por sua aparência física, se caracteriza também por sua herança social, cultural sendo que a cultura é constituida por idéias hábitos e valores que herdamos no decorrer da vida. A cultura oral não possue textos, pois ela reúne o matérial o organiza para fins de recordações, essas culturas usam histórias das ações humanas e por meio dessas comunicam boa parte do que sabem. As culturas orais atualmente valorizam suas tradições e sentem-se angustiados quando se fala da perda dessa tradição, portanto a oralidade não deve ser desprezada, ela é capaz de produzir inúmeras criações trabalhando o imagianário ou remetendo as recordações ou experiências vividas.
O Nome da Rosa é, sem dúvida, uma das obras clássicas da literatura mundial recente. Seu autor, Umberto Eco, ao mergulhar no universo das bibliotecas medievais, retrata o poder que estas exerceram, bem como as estratégias na concepção das estruturas físicas (grandes labirintos) e organizacionais utilizadas como impeditivos do acesso ao conhecimento. Uma abordagem emanentista da história exposta possibilita compreender o poder dos bibliotecários como guardiões da memória, ao impedir a aproximação de leitores de textos considerados impuros e impróprios. Mas permite igualmente identificar de que forma a ordem moral e religiosa se reveste de significações intencionais para justificar e naturalizar a censura por parte do regime eclesiástico.
A quem goste dos mais variados tipos de de contos e histórias, não é a toa que o site beco do crime, esta no ar. Dedicado aos mais variados contos de investigãção policial, traz uma grande pitada de suspense, fatos verídicos, e alguns assutadores. Para quem é forte ou para aqueles que apenas gostam e adimiram este tipo de trabalho, sem preconceito, mas merce aplausos. É de arrepiar então ai vai um conto: Morte súbita Imagino o que pensam e falam entre si, naquele velho carro amassado, enquanto olham para meu importado do ano. Já fui como eles. Com os amigos dos tempos ruins, a caminho do trabalho, em velhos fuscas, quantas vezes não apontei maravilhas motorizadas ao lado e perguntei: "Já pensaram , nós num daqueles?" Agora reduzem a velocidade. Vão querer emparelhar, de novo, quem sabe para admirarem algum detalhe, talvez as magníficas calotas de liga leve. Param na minha frente, por quê? Saem do calhambeque, por quê? Usam revólveres, por quê? Paulo Mota
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