O contador de histórias
é aquele que te leva
aos lugares mais distantes,
instiga a tua curiosidade,
traz à tona teus medos,
liberta teus sonhos,
te cura as dores e
reacende teus amores...
Sejam bem-vindos!
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Olá sejam bem-vindos ao vivendo uma história.
Aqui você conhece e aprende sobre a singela arte de contar histórias.
Entre e se emocione, comparti-lhe suas histórias e deixe a imaginação te levar.
Foi ao ar na Tv Osasco o programa conta aqui, feito pelos alunos do curso de jornalismo do unifieo. Um bate papo pra lá de agradável. Os apresentadores Lívia Andrade e Fábio Brito se deliciam com as doces palavras da amável Dete professora e também contadora de históras.
O narrador deve conhecer profundamente a Literatura Geral Infantil e Folclórica; referencias como Câmara Cascudo; Monteiro Lobato; Eça de Queiroz; contos de fadas dos Irmãos Grimm que ora foram revisto por Walt Disney; Contos da Carochinha; Contos das Mil e Uma Noites e Sherazaide; e tudo o que for tradicional. Entre tanto, o contador de histórias deve estar atento aos novos atrativos infantis, como Power Rangers; Yu-gi-Oh; HamTaro; Dragon Ball e outros que não fazem parte dos contos literários, mas eventualmente as crianças poderão pedir este tipo de história, e mais uma vez vai da habilidade do contador de levar à esta criança os contos literários e deixar para a televisão os desenhos animados, aproveitando inclusive para contar a verdadeira narrativa da Cinderela e Branca de Neve antes de Walt Disney fazer suas alterações. Porem na insistência, o contador pode criar este tipo de história junto com as crianças e utilizar de improvisos para o entretenimento. O Contador de Histórias de...
Neide Giordano, psicodramatista, contadora de histórias e professora do Instituto Sedes Sapientiae, de São Paulo: “Em muitas regiões do mundo a tradição oral sempre foi a principal fonte de comunicação com o passado. Muitas fontes históricas e culturais descansam sobre a transmissão oral. Esta sempre encaminhou os mais novos para raízes locais permitido a participação na coletividade. Antigamente por meio da tradição oral iniciavam-se meninos e meninas nas palavras evocadoras, cujo fator preponderante era a tradicionalidade que por sua vez implicava na historicidade e na aceitação coletiva.
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